Te encontro e vejo as minhas armas caindo ao chão, e a calmaria arrastada se dissolve em desvaneios em minhas mãos, pois é, eu queria te roubar por um momento, jogar as minhas meias verdades no teu colo e me somar a você.
Até quem me vê olhando o nada sabe que estou vagando por um pedaço de lembrança retalhada, mas isso só eu sei, a lembrança que me vem é o teu sorriso, aquele mesmo falso, de quem sempre sabe o que dizer, e minha resposta é involuntária, me alegro, assim, só por alegrar, sem me importar se alguém vê ou desconfia.
Somos de certa forma tão grandes dentro dos labirintos da mente como nos gigantescos vacuos do universo.
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